Proprietário de residência de aluguel despeja polícia
**Proprietário de Imóveis de Aluguel Remove 7 Polícias de Suas Propriedades Alegando Risco à Família**
um proprietário local anunciou que retirou os serviços de mais de sete policiais que estavam instalados em suas residências de aluguel. O dono, que também mora no local junto com seus inquilinos, afirmou que a decisão foi motivada por “perseguição mortal” contra os policiais e pelo risco que o fato de eles estarem próximos à sua família representa para sua vida e segurança.
O imóvel em questão, localizado na Rua das Palmeiras era conhecido por abrigar não apenas moradores regulares mas também agentes de segurança contratados por empresas privadas para proteger o condomínio e seus residentes. Em total, sete policiais foram empregados em diferentes turnos para garantir a segurança dos moradores e das propriedades adjacentes.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Segurança (SMS), a região tem registrado um aumento de 18% em incidentes violentos nos últimos seis meses, principalmente envolvendo gangues locais que têm alvo em residências com patrulha policial constante.
O proprietário – cujo nome não foi revelado – declarou que a retirada dos policiais foi “uma medida necessária para proteger minha família”. Ele alegou que as “perseguições mortais” contra os policiais se intensificaram recentemente e que “está mais próximo deles” significa maior risco à sua própria vida e à dos seus entes queridos.
> “Não precisamos mais deles aqui”, afirmou em entrevista exclusiva para a matéria. “Se eles são perseguidos por criminosos que já ameaçaram nossas vidas, quem vai nos proteger?”
A decisão gerou reações misturadas entre os moradores e autoridades locais:
- **Inquilinos**: Alguns expressaram preocupação com a falta de segurança nas propriedades. “Temos medo de ficar sem proteção”, disse um residente anônimo.
- **Polícia Local**: Um delegado da SMS enfatizou que “a retirada dos policiais pode criar brechas na segurança pública” e pediu ao proprietário que consulte autoridades competentes antes de tomar decisões que afetam o bem-estar coletivo.
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